Uma mulher gestante procurou a Delegacia de Polícia de Aquidauana para registrar uma ocorrência por preservação de direitos, alegando estar sofrendo assédio moral e perseguição por parte de seu superior hierárquico, responsável pelo Jornal Princesinha News, onde ela trabalha. A comunicante relata um quadro de cobranças excessivas, advertências injustificadas e aumento de tarefas, o que lhe tem causado significativo desgaste emocional.
Segundo o relato, no dia 24 de julho do corrente ano, a trabalhadora sofreu uma crise de ansiedade devido à pressão no ambiente de trabalho e precisou de atendimento médico no Pronto-Socorro, recebendo um atestado. No entanto, no mesmo dia, durante o período de afastamento, ela recebeu uma mensagem de seu chefe questionando o fato de ter sido vista fora de casa. O superior também a teria informado que ela deveria comparecer ao trabalho para assinar uma advertência disciplinar.
A gestante afirma que essa não é uma situação isolada. Ela descreve que o superior vem adotando condutas reiteradas que a constrangem e lhe causam sensação de perseguição, incluindo passar frequentemente em frente à sua residência. Tal comportamento lhe provoca temor e insegurança, especialmente por seu estado gestacional.
A vítima informa que o comportamento de seu superior tem agravado seu quadro de ansiedade e gerado grande preocupação com sua saúde e a do nascituro. Por essa razão, ela decidiu formalizar o registro policial, buscando resguardar seus direitos e reservando-se o direito de adotar as medidas administrativas e judiciais cabíveis nos órgãos competentes, além de apresentar eventuais novas provas.